Quinta-feira, 2 de Julho de 2009

Olhei com nostalgia o berço, agora substituído por uma mini-cama.

Dobrei os cobertores do berço, guardei o travesseirinho, que agora foram substituídos por um belo travesseiro e manta da Barbie.

Uma lágrima escorreu, que saudades da minha filhinha que cresceu!!!!!

Segunda-feira, 15 de Junho de 2009

O PRIMEIRO "POR QUÊ"

Tudo na vida tem sua primeira vez!



Eu aguardava ansiosa por este dia.... O dia que minha filha se tornasse verdadeiramente questionadora, sobressaltando ainda mais sua inteligência e personalidade autêntica.



Seu primeiro porque aconteceu dia 13.06.2009.



Estávamos eu, Laura e Émerson reunidos no quarto e nossa filha nos avisou:



-Vou tomar banho sozinha!



O Émerson respondeu rapidamente:



- Não!



E a Laura se contrapôs?



- Por que não?



Eu e o Émerson nos olhamos, primeiramente espantados com tal audácia. Depois, rimos os dois, cúmplices e testemunhas do fantástico crescimento da nossa filha!









VALE RELEMBRAR AS REGRAS DE GRAMÁTICA:

Português é uma das línguas mais complicadas do mundo, tire suas dúvidas sobre a colocação e todas as variações dos “Porquês” nas frases:


Por que - utiliza-se quando se faz uma pergunta.Ex: Por que
você não leu a revista?
Por quê - utiliza-se numa pergunta quando o por quê fica no final da frase.Ex: Você foi embora por quê?
Porque - quando se explica alguma coisa.Ex: Eu estou perguntando isto, porque eu não sei.
Porquê - quando funciona como um substantivo.Ex: Eu quero saber o porquê das coisas.

Sexta-feira, 12 de Junho de 2009

Pequenos gestos que criam

É na infância que se constroem os alicerces da auto-estima - fator essencial ao equilíbrio emocional do ser humano.


Você brincou com seu filho hoje?

Deu uma paradinha para ajudá-lo a escovar os dentes?

Zangou-se porque ele estava fazendo algo errado, mas explicou o motivo? Elogiou quando ele guardou os brinquedos?


São os pequenos cuidados do dia-a-dia que comunicam à criança o quanto ela é amada e desejada. “Muito mais do que mil palavras, beijos ou abraços, é o tempo que você oferece a ela que a faz sentir-se querida, aceita e importante”, ressalta a psicóloga Lidia R. Aratangy, de São Paulo.

Fazer com que seu filho cresça com auto- estima elevada não requer grandes conhecimentos de psicologia, basta deixar aflorar seus sentimentos de forma intuitiva. “A idéia que a pessoa tem a respeito de si própria, isto é, a auto-estima, adquire com a vida e depende, a princípio, da relação que a criança tem com seus cuidadores”, explica Ceres Alves de Araújo, psicóloga e professora de pós-graduação em Psicologia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Ao sentir-se amada e ao perceber que tem a aprovação daqueles que são importantes para ela, passa a gostar de si mesma.


É importante que o interesse e o afeto sejam sinceros, pois a criança capta as emoções. Se soarem falsa, ela vai perceber. Por outro lado, a presença, a atenção verdadeira e o sentir-se cuidado transmitem a mensagem “meus pais estão aqui para me acolher e proteger”. Esses são os alicerces da autoconfiança. Em contrapartida, quando a criança é negligenciada, sobretudo em termos de afeto, pode se tornar um adulto inseguro e com auto-estima baixa.


“Nos primeiros anos de vida, construímos a noção fundamental de nós mesmos como pessoas capazes ou incapazes, com ou sem valor”, destaca a psicóloga Maria Tereza Maldonado, de Rio de Janeiro. Portanto, as atitudes dos pais são determinantes no desenvolvimento da auto-estima do seu filho. Confira a seguir como agir para que seu pimpolho cresça de bem com ele mesmo, mas esteja atenta aos exageros:


Jogo limpo:

Não deixe seu filho ganhar sempre no jogo. “Do contrário estarão passando a mensagem de que ele é ‘o sabe-tudo’ e acabam perdendo a oportunidade de ensiná-lo realmente a jogar”, diz Lidia. “E a criança ficará frustrada ao jogar com um amiguinho e não conseguir vencer”.


Palavras que ferem:

Algumas frases comuns costumam minar a auto-estima. A psicóloga Maria Tereza Maldonado chama a atenção para as palavras: “Você é bagunceira e teimosa!” Faz uma enorme diferença se dissermos: “Fico danada da vida quando vejo que você não guardou os brinquedos como combinamos; vá guardar agora mesmo!”


Olhar coruja:

Não tenha medo de achar que seu filho é o mais lindo do mundo. “Mãe pensa exatamente dessa forma”, afirma a psicóloga Ceres. “E seus olhos podem transmitir isso, pois ainda bebê a criança aprende a decodificar seu semblante. A sensação de ser amado e protegido é despertada a partir do olhar amoroso dos pais.”


Elogios sem medo:

“Todos gostam de elogios verdadeiros e ouvi-los faz muito bem”, afirma Ceres. “Mas faça-os sob medida, dizendo claramente o que apreciou na conduta da criança, sem, contudo, aprisioná-la em expectativas de que sempre se comportará de modo exemplar”, acrescenta Maria Tereza.


A vez do desabafo:

Não se deve censurar o sentimento de raiva. “No entanto, é preciso ajudar a criança a expressá-la de modo não destrutivo”, salienta Maria Tereza. “É aceitável falar sobre o que nos deixou enraivecidos, mas não expressar a raiva de modo que machuque ou humilhe os outros.”


Personal trainer:

Ter destreza, agilidade motora e domínio do corpo são os fatores que mais fortalecem a auto-estima. “Usar o corpo com eficiência gera segurança e autoconfiança”, ressalta Ceres. “Por isso, os pais devem estimular o filho a praticar esportes, colocá-lo na aula de natação, ensiná- lo a andar de bicicleta...”


Caça-talentos:

É também função dos pais ajudar o filho a descobrir seus talentos e aptidões desde pequeno. Esteja atenta para reconhecer e incitar o desenvolvimento de habilidades. Por exemplo: se percebe que a criança gosta de ouvir histórias, compre livros, leia para ela.


Dê asas:

Não faça pelo seu filho o que ele pode fazer sem ajuda. Encorajar a autonomia da criança favorece a formação da auto-estima. Permitir que ela tenha experiências sozinhas, como calçar e amarrar os sapatos, é precioso para o desenvolvimento da autoconfiança.



Para saber mais:

Uma seleção de livros para ajudar pais e mães na arte de criar um filho•

- Pais que educam: Uma aventura inesquecível, de Ceres Alves de Araújo, Editora Gente. Esclarece dúvidas sobre o limite desde os primeiros meses de vida e, entre outras coisas, como estabelecer uma comunicação eficiente e carinhosa com os filhos.

- Como educar meu filho?, de Rosely Sayão, Publifolha. Reúne artigos sobre educação familiar publicados pela psicóloga no jornal Folha de S.Paulo.• A arte de ter filhos – Jeitos simples de dar uma chance ao seu futuro, de Véronique Vienne, Publifolha. Retrata, de forma divertida, os desafios do dia-a-dia, o aprendizado contínuo e a felicidade de ser mãe ou pai, antes e depois do nascimento do bebê.

Quarta-feira, 27 de Maio de 2009

Ser mãe é....


Ser avós de bonecas!

Segunda-feira, 25 de Maio de 2009

Ser mãe é...

Arrumar mil vezes o bendito guarda-roupa! arghhhhhhhhhhhh

Quarta-feira, 20 de Maio de 2009

A PRIMEIRA CRISE EXISTENCIAL DA LAURA

*PREFÁCIO:
“A dor de barriga é a causa campeã de queixas entre crianças pequenas nos consultórios pediátricos. Em 50% a 70% dos casos, não é sintoma de doença, mas uma forma de a criança expressar no corpo uma emoção que incomoda, como medo ou ansiedade. É aquela mesma dor que você sente quando vai enfrentar uma entrevista para arrumar emprego, tem de falar em público ou outra situação qualquer de estresse.
[...]
“O motivo mais comum dessa dor de barriga é estresse psicológico. A criança se sente insegura e a dor representa um pedido de atenção. Quando não há causa orgânica, o melhor remédio costuma ser mais mãe. O segundo motivo é a dor abdominal ser o anúncio da vontade de fazer cocô e do medo de enfrentar o penico, porque a criança está com as fezes duras. Esse problema em geral está relacionado com mudanças na alimentação ou com dieta inadequada, com pouca fibra e verdura. O uso de alguns medicamentos também pode endurecer as fezes.”

Fonte Izaura Ramos Assumpção. Gastroenterologista.
*A CRISE EXISTENCIAL:
Semana passada, a Laura queixou-se de dor de barriga!

Algumas vezes, chorava dizendo “mamãe, dói a baíga.”

Tentei convencê-la a ir pro jardim, pois logo esta dor passada. Mas ela foi enfática, deixou claro que queria eu ao lado dela.

E assim, ela entrou em crise existencial!

Aos prantos pediu:

- “Mamãe, me leva no titio” ( titio, leia-se médico)
- Quélo tomar remédio...
- Quélo fazer xixi no copo!!!!!!!!! (xixi no copo, leia-se exame de urina)

A hora que ela me pediu pra fazer xixi no copo, com espanto e graça, entendi a mensagem! Ela precisava de mãe.
Faltei ao trabalho a tarde e não fui dar aula a noite. Curtimos o dia juntinhas, e ela não teve mais dores de barriga!

SITUAÇÕES DESCONCERTANTES - O COMEÇO

SITUAÇÃO 1:

Laura apontando para meu absorvente: “Mamãe, porque você ainda fralda?”

Eu: “Não é fralda, filha, é absorvente!”

Laura: “Não mamãe, é fralda, sim senhola!”

Eu achando tudo muito complicado: “Tá bom, tá bom, é fralda”

Laura apontando para a menstruação: “haha então você ainda faz cocô na fralda!”

Fiquei muda com cara de pastel. Como concertar esta situação?


SITUAÇÃO 2:

Laura sentada no vaso sanitário: “Mamãe, o xixi sai da minha bunda?”

Eu: “Não filha, o xixi sai da pupuca!”

Laura: “Só meu cocô sai da bunda, né mãe?”

Eu: “Sim filha!”

Laura: “Ah mamãe, então vem cá, olhar meu cocô”